Ler o café
Defeitos, densidade, peneira, origem e perfil sensorial. Cafés diferentes não podem ser tratados do mesmo jeito.
Imersão prática de torra · 12 horas em 2 dias
Dois dias com o torrador ligado. Quem analisa, torra, prova e ajusta é você.
Aqui a teoria entra no meio da prática: você aprende a ler o café que está na sua mão, construir o perfil, acompanhar a curva e entender o que fazer na próxima torra.
Colocar o café, acompanhar o gráfico, mexer na chama, esperar o crack e descarregar. Isso qualquer pessoa aprende em uma tarde.
Difícil é responder por quê.
Um perfil pode funcionar muito bem em um café e falhar no seguinte, porque mudou a origem, a densidade, a peneira, o processo ou a umidade. Sem entender as variáveis, sobra tentar de novo e torcer.
É essa a diferença entre operar um torrador e entender torra.
Não é aula gravada nem palestra com slide. São dois dias dentro da torrefação, com o torrador quente: a teoria entra enquanto a gente analisa o café, torra, prova e discute o que saiu da máquina.
Defeitos, densidade, peneira, origem e perfil sensorial. Cafés diferentes não podem ser tratados do mesmo jeito.
O que você quer entregar na xícara e como esse café vai ser usado. É a intenção que define o perfil, não o contrário.
Set point, rotação, ventilação e os períodos da torra. Depois a análise do que saiu e a decisão do que muda na próxima.
As análises e as torras de amostra saem no torrador de amostras. As torras em nível artesanal e industrial são feitas em um Carmomaq Calorato S10 — equipamento de produção, não uma versão de demonstração.
São dois encontros de 6 horas, com tempo para o café acontecer sem correria. Conforme o ritmo da turma, a duração pode esticar.
Você chega sem saber o que tem na mão e termina o dia com um perfil construído com intenção.
Defeitos, densidade, peneira, origem e perfil sensorial do café verde.
O que buscar naquele café, para qual uso, e como isso vira um plano de torra.
Set point, rotação e ventilação, e o efeito de cada uma no resto do processo.
Origem, seca, Maillard e finalização: o papel de cada fase dentro do desenvolvimento.
O café já está torrado. Agora é aprender a julgar o que saiu e a repetir aquilo com consistência.
Homogeneidade, cor, aroma, sensorial e equilíbrio, com as paletas de cor Agtron.
Descanso pós-torra, frescor e consistência sensorial daquele café ao longo dos dias.
Como conduzir o mesmo café para mais doçura ou para mais acidez, e o que cada escolha custa.
Armazenamento do verde e do torrado, limpeza e cuidados diários da torrefação.
Registrar, salvar e repetir perfis. O software registra; quem interpreta e decide é você.
Como usar o tempo de seca e de Maillard a favor do corpo e do açúcar, sem apagar o café no caminho.
Como preservar a acidez e a complexidade sem cair na adstringência de um desenvolvimento curto demais.
Escala Agtron, do mais claro ao mais escuro
bloco 05Quem vai te ensinar
Fundador da Coffeaholic, torrefação de cafés especiais em Três Pontas, no Sul de Minas, que torra para parceiros e marcas do mercado.
Quem dá o treinamento é quem está no torrador todo dia. O que você vai aprender sai dessa rotina, não de teoria de livro.
Dá para levar anos juntando receita solta, copiando curva e mudando uma variável por vez até entender sozinho. Ou dá para fazer isso em dois dias, ao lado de quem torra profissionalmente há uma década.
Como ser um Torrefador FODA!
por pessoa
Turmas reduzidas, para todo mundo colocar a mão no torrador. Data e local combinados com você.
Falar no WhatsAppQuer treinar mais de uma pessoa do time? A gente monta o formato, a data e as condições para o seu grupo.